- PessoalR$ 80051,6%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 40025,8%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 30019,4%
- Materiais impressosR$ 301,9%
- Outras 1 categoriaR$ 191,2%
Valdete da Mayra (Valdete Rezende Batista) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Carlos Chagas em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Carlos Chagas/MG: 349 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Carlos Chagas/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 30 de outros recursos do partido, R$ 300 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 800), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 400) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 192 em 2012 (94% com publicidade por materiais impressos) e R$ 116 em 2008.
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A votação de Valdete Rezende Batista em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valdete da Mayra declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Carlos Chagas (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 30 de outros recursos do partido, R$ 300 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 800) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 400). Em 2012, 94% dos R$ 192 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 116 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.