Alberto Magno (Alberto Magno Serrão Mendes) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Turilândia em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Turilândia/MA: 5.929 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Turilândia/MA, declarou R$ 85 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 44 mil de doações privadas (54 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), comícios (R$ 12 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 86 mil, 53% com combustíveis e lubrificantes.
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Evolução da votação nas eleições
5.929 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições
A votação de Alberto Magno Serrão Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 85 mil em receitas · R$ 85 mil em gastos contratados
Alberto Magno declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Turilândia (MA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 85 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 44 mil de doações privadas (54 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e comícios (R$ 12 mil). Em 2012, 53% dos R$ 86 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2016R$ 85 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 85 milcontratados
Gastos em 2012R$ 86 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 6% · pessoas 83% · empresas 11%
Gasto contratado
R$ 86 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 13 mil15,2%
Materiais impressosR$ 4 mil4,9%
Outras 3 categoriasR$ 68 mil79,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008—LTurilândia, Maranhão · 40 anos · Ensino médio completo · Comerciante · PT do B · nº 12 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PC do B / PDT / PSL / PTB / PT do B / PT / PSB / PRTB / PPS / PRB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.