Junior Bodão

Foto de Janio da Mota Sousa Junior
Junior Bodão
Janio da Mota Sousa Junior (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PSC
37 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junior Bodão (Janio da Mota Sousa Junior) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Montes Altos em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Montes Altos/MA: 2.254 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Montes Altos/MA, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 61 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 13 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 65 mil, 58% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

2.254 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Janio da Mota Sousa Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 82 mil em receitas · R$ 82 mil em gastos contratados

Junior Bodão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Montes Altos (MA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 61 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil). Em 2012, 58% dos R$ 65 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 82 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 82 milcontratados
Gastos em 2012R$ 65 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Montes Altos (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
40 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 24 mil29,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil20,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil15,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil13,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 17 mil20,9%
2012Prefeito, Montes Altos (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 183 mil
51 doadores pessoas físicas
pessoas 36% · empresas 63% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 38 mil58,4%
  • Materiais impressosR$ 26 mil39,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil1,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892