Segundo o Radar do Voto, Misael (NOVO) ficou como suplente de deputado estadual por Goiás em 2026, com 16.268 votos, pelo resultado oficial do TSE. Misael (Misael Pereira de Oliveira) disputou 12 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Senador Canedo em 2012; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Goiânia em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Senador Canedo/GO: 29.130 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 209 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 106 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 27 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 405 mil em 2022 e R$ 390 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
16.268 votos em 2026 · 12 eleições
A votação de Misael Pereira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 209 mil em receitas · R$ 87 mil em gastos contratados
Misael declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, 2010, 2022 e 2026, e prefeito em Senador Canedo (GO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 209 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 106 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 27 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil); R$ 45 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 405 mil em gastos; em 2016, R$ 390 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 209 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 87 milcontratados, parcial; R$ 45 mil pagos
Gastos em 2022R$ 405 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 13 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 105 mil26,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.