- PessoalR$ 30 mil53,1%
- Transporte ou deslocamentoR$ 9 mil15,8%
- Publicidade por carros de somR$ 7 mil12,2%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil5,3%
- Outras 7 categoriasR$ 8 mil13,7%
Cristian Gomes (Cristian de Paula Gomes) disputou 7 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santa Helena de Goiás em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por GO: 10.964 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rio Verde/GO, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 28 mil de outras campanhas, R$ 310 de doações privadas e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil), transporte ou deslocamento (R$ 9 mil) e publicidade por carros de som (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 61 mil em 2012 e R$ 82 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristian de Paula Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cristian Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2010, prefeito em Santa Helena de Goiás (GO) em 2008 e 2012, e vereador em Rio Verde (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 28 mil de outras campanhas, R$ 310 de doações privadas e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 30 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 9 mil). Em 2012, R$ 61 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 82 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.