- Materiais impressosR$ 94 mil38,1%
- Locação de imóveisR$ 8 mil3,3%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil2,2%
- Materiais impressosR$ 5800,2%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 138 mil56,1%
Gilberto Naves (Gilberto Batista Naves) disputou 3 eleições entre 1998 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Goianésia em 2008; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por GO: 23.825 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Goianésia/GO, declarou R$ 584 mil em receitas: R$ 100 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 35 mil de doações privadas (23 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 396 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 246 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 94 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 47 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 30 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 293 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilberto Batista Naves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilberto Naves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Goianésia (GO) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 584 mil em receitas: R$ 100 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 35 mil de doações privadas (23 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 396 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 246 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 94 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 47 mil). Em 2008, R$ 293 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.