Guilherme Azambuja Castelo Branco

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Guilherme Azambuja Castelo Branco
7 eleições entre 2006 e 2022 · último partido PT
53 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Gui Azambuja (Guilherme Azambuja Castelo Branco) disputou 7 eleições entre 2006 e 2022, para deputado estadual, vereador, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por GO: 1.561 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por GO, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 33 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2020 e R$ 70 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

1.561 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Guilherme Azambuja Castelo Branco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 71 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos

Gui Azambuja declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006, vereador em Cristalina (GO) em 2012 e 2020, deputado federal por Goiás em 2014 e 2018, prefeito em Cristalina (GO) em 2016, e deputado estadual por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil). Em 2020, R$ 16 mil em gastos contratados; em 2018, 58% dos R$ 70 mil em gastos foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 71 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 68 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas7de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 7% · partido e outras campanhas 65% · pessoas 4% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 68 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 22 mil31,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil2,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 43 mil62,8%
2020Vereador, Cristalina (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 65% · partido e outras campanhas 19% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 16 mil
pago: R$ 10 mil (64%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil28,0%
  • Materiais impressosR$ 3602,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil69,7%
2018Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 79 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 70 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 41 mil57,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil22,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil2,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 12 mil17,4%
Ver as 4 campanhas anteriores
2016Prefeito, Cristalina (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
3 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil20,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil5,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2000,4%
  • Locação de imóveisR$ 500,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 36 mil73,8%
2014Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
empresas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 20011,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil88,2%
2012Vereador, Cristalina (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
pessoas 48% · empresas 52%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil95,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 7574,7%
2006Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 76% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil88,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil11,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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