João Luiz da Cunha Teixeira

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João Luiz da Cunha Teixeira
3 eleições entre 2010 e 2016 · último partido PT
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Arqueólogo
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Professor João (João Luiz da Cunha Teixeira) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por ES: 2.037 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Linhares/ES, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 660 de doações privadas, R$ 10 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e baixa de estimáveis - publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 433). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil, 46% com despesas postais.

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Evolução da votação nas eleições

1.480 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de João Luiz da Cunha Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

Professor João declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2010, e prefeito em Linhares (ES) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 660 de doações privadas, R$ 10 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2010, 46% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com despesas postais.

Receitas em 2012R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 13 milcontratados
Gastos em 2010R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Linhares (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
pessoas 5% · empresas 80% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil20,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 10 mil79,9%
2010Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 15% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil16,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil11,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2851,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil69,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
João Luiz da Cunha Teixeira (Professor João): candidaturas e votos · Radar do Voto