Segundo o Radar do Voto, Miro Vilarim (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Espírito Santo em 2026, com 983 votos, pelo resultado oficial do TSE. Miro Vilarim (Rosemário de Oliveira Vilarim) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, vereador e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Itaguaçu em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por ES: 6.519 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por ES, declarou R$ 49 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2024 (71% com publicidade por materiais impressos) e R$ 49 mil em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
983 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Rosemario de Oliveira Vilarim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 49 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados
Miro Vilarim declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Itaguaçu (ES) em 2008 e 2024, prefeito em Itaguaçu (ES) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Espírito Santo em 2014, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 49 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil); R$ 9 mil já foram pagos. Em 2024, 71% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, 43% dos R$ 49 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Receitas em 2026R$ 49 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2026R$ 12 milcontratados, parcial; R$ 9 mil pagos
Gastos em 2024R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 14% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil44,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3004,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1041,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 600,9%
Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil48,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.