Glauber Coelho

Foto de Glauber da Silva Coelho
Glauber Coelho
Glauber da Silva Coelho (nome civil)
8 eleições entre 2000 e 2014 · último partido PSB
40 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Glauber Coelho (Glauber da Silva Coelho) disputou 8 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010; vereador de Cachoeiro de Itapemirim em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cachoeiro de Itapemirim/ES: 49.452 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por ES, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 19 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), locação de imóveis (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 768 mil em 2012 e R$ 142 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

49.452 votos em 2012 · 8 eleições

A votação de Glauber da Silva Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 20 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados

Glauber Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2014, vereador em Cachoeiro de Itapemirim (ES) em 2008, e prefeito em Cachoeiro de Itapemirim (ES) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 19 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil). Em 2012, R$ 768 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 142 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 20 milcontratados
Gastos em 2012R$ 768 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 93%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil50,9%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil28,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil13,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil7,6%
2012Prefeito, Cachoeiro de Itapemirim (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 929 mil
277 doadores pessoas físicas
pessoas 21% · empresas 77% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 768 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 215 mil28,0%
  • Materiais impressosR$ 166 mil21,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 110 mil14,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 82 mil10,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 50 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 195 mil25,3%
2010Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 142 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 22% · empresas 76% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 142 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 36 mil25,4%
  • Materiais impressosR$ 21 mil15,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil13,8%
  • PessoalR$ 16 mil11,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 49 mil34,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
22 doadores pessoas físicas
pessoas 58% · empresas 37% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 16 mil20,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil15,5%
  • Materiais impressosR$ 12 mil15,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil14,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 27 mil34,7%
2006Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 12% · empresas 83% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 125 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 23 mil18,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 17 mil13,9%
  • Materiais impressosR$ 17 mil13,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil11,5%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil42,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892