- Materiais impressosR$ 65 mil44,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil13,6%
- PessoalR$ 15 mil10,0%
- Publicidade por adesivosR$ 14 mil9,6%
- Outras 8 categoriasR$ 34 mil22,9%
Deputado Estadual pelo Paraná · 1º turno
100,00% das urnas do Paraná apuradas às 22h40 (TSE)
30.447 votos (0,49% dos válidos)
70º lugar até agora, entre 591 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Evandro Araujo (Evandro José da Cruz Araújo) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018; vice-prefeito de Marialva em 2008; vereador de Marialva em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PR: 64.767 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por PR pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PR, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 107 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil) e pessoal (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 167 mil em 2022 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 92 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Evandro Jose da Cruz Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Evandro Araujo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 107 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil); R$ 140 mil já foram pagos. Em 2022, 50% dos R$ 167 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 92 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.