- Materiais impressosR$ 34 mil38,1%
- Publicidade por adesivosR$ 28 mil31,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil16,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil11,6%
- Outras 5 categoriasR$ 2 mil2,2%
Deputada Estadual pelo Paraná · 1º turno
99,99% das urnas do Paraná apuradas às 21h45 (TSE)
1.787 votos (0,03% dos válidos)
255º lugar até agora, entre 591 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Adriana Senter disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Curitiba/PR: 960 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por PR pelo NOVO. Na campanha de 2026 para deputada estadual por PR, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil), publicidade por adesivos (R$ 28 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2024 (42% com serviços de terceiros) e R$ 875 em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adriana Senter em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adriana Senter declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Curitiba (PR) em 2020 e 2024, e deputada estadual por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e publicidade por adesivos (R$ 28 mil); R$ 60 mil já foram pagos. Em 2024, 42% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2020, 80% dos R$ 875 em gastos contratados foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador, 2024: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.