Walter Volpato (PSD) ficou como suplente de deputado federal pelo Paraná em 2026, com 8.418 votos, pelo resultado oficial do TSE. Walter Volpato disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Sarandi em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Sarandi/PR: 21.478 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 376 mil em 2020 e R$ 182 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
8.418 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Walter Volpato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 117 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados
Walter Volpato declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Sarandi (PR) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2020, R$ 376 mil em gastos; em 2016, R$ 182 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 117 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 16 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2020R$ 376 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 6% · pessoas 3% · empresas 36% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 10 mil32,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil17,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil13,8%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil5,8%
Outras 8 categoriasinclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil29,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.