- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 150 mil78,9%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 30 mil15,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil2,6%
- Materiais impressosR$ 5 mil2,6%
Deputado Federal pelo Paraná · 1º turno
100,00% das urnas do Paraná apuradas às 22h40 (TSE)
2.123 votos (0,03% dos válidos)
170º lugar até agora, entre 404 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Edson Scabora (Edson Ribeiro Scabora) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Maringá em 2020 e 2016. Em 2026, concorre a deputado federal por PR pelo MDB. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 314 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 659 do Fundo Partidário e R$ 13 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 190 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 30 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edson Ribeiro Scabora em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edson Scabora declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Maringá (PR) em 2024, e deputado federal por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 314 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 659 do Fundo Partidário e R$ 13 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 190 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 30 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,5 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.