- Serviços de terceirosR$ 1,2 milhão39,9%
- Materiais impressosR$ 65 mil2,1%
- Materiais impressosR$ 50 mil1,6%
- Locação de imóveisR$ 31 mil1,0%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,7 milhão55,3%
Mario Kertesz (Mario de Mello Kertesz) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Salvador/BA, com 121.894 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Salvador/BA, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Partidário, R$ 257 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1,3 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,2 milhão), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 727 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 368 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Mario Kertesz declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Salvador (BA) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Partidário, R$ 257 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1,3 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,2 milhão) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 727 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.