- Materiais impressosR$ 28 mil22,3%
- Serviços de terceirosR$ 25 mil19,7%
- PessoalR$ 6 mil4,5%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 68 mil53,5%
Paulo Gondim (Paulo Sérgio Gondim Castro) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Riacho de Santana em 2004. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Riacho de Santana/BA: 9.838 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Riacho de Santana/BA, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 127 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil), serviços de terceiros (R$ 25 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 48 mil em 2016 (61% com publicidade por materiais impressos) e R$ 24 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Sergio Gondim Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Gondim declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Riacho de Santana (BA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 127 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Em 2016, 61% dos R$ 48 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 58% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.