Segundo o Radar do Voto, Si Dantas (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada estadual pela Bahia em 2026, com 1.222 votos, pelo resultado oficial do TSE. Si Dantas (Graciela de Souza Dantas) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputada estadual, prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Itajuípe em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Itajuípe/BA: 6.139 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por BA, declarou R$ 301 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 270 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil), militância e mobilização de rua (R$ 42 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 228 mil em 2024 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 60 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
1.222 votos em 2026 · 6 eleições
A votação de Graciela de Souza Dantas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 301 mil em receitas · R$ 270 mil em gastos contratados
Si Dantas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Itajuípe (BA) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputada estadual por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 301 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 270 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 42 mil); R$ 193 mil já foram pagos. Em 2024, 57% dos R$ 228 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 60 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Receitas em 2026R$ 301 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2026R$ 270 milcontratados, parcial; R$ 193 mil pagos
Gastos em 2024R$ 228 milcampanha encerrada; tudo pago
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.