- Materiais impressosR$ 291 mil40,9%
- Serviços de terceirosR$ 130 mil18,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil1,3%
- Locação de imóveisR$ 2 mil0,3%
- Outras 10 categoriasR$ 278 mil39,1%
Adolfo Menezes (Adolfo Emanuel Monteiro de Menezes) disputou 10 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010 e 2006; prefeito de Campo Formoso em 2012; vereador de Campo Formoso em 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por BA: 107.747 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, indicou R$ 29,6 milhões em 41 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 4 municípios; 89% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por BA, declarou R$ 754 mil em receitas: R$ 24 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 430 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 711 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 291 mil), serviços de terceiros (R$ 130 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 68 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 318 mil em 2018 e R$ 274 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adolfo Emanuel Monteiro de Menezes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adolfo Menezes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Campo Formoso (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 754 mil em receitas: R$ 24 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 430 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 711 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 291 mil) e serviços de terceiros (R$ 130 mil). Em 2018, R$ 318 mil em gastos; em 2014, R$ 274 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Adolfo Menezes indicou R$ 29,6 milhões em 41 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 4 municípios. Até a coleta na fonte, 89% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria da Saúde (47%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Rafael Jambeiro, Tucano e Salvador. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 27,1 milhões em 33 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 2,5 milhões em 8 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 10,7 milhões | R$ 8,2 milhões | 77% | 16 | 2 |
| 2025 | R$ 10,1 milhões | R$ 9,2 milhões | 92% | 8 | 2 |
| 2024 | R$ 6,3 milhões | R$ 6,3 milhões | 100% | 9 | 0 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 27,1 milhões | R$ 23,8 milhões | 88% | 33 | 4 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Governo do Estado da Bahia — Portal da Transparência, painel de Emendas Parlamentares (execução orçamentária), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.