Helder Lopes Campos

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Helder Lopes Campos
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
65 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Dinho (Helder Lopes Campos) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Boa Vista do Tupim em 2020, 2016, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por BA: 20.039 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Boa Vista do Tupim/BA, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil), pesquisas ou testes eleitorais (R$ 7 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 96 mil em 2016 e R$ 42 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

5.878 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições

A votação de Helder Lopes Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 66 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos

Dinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010, e prefeito em Boa Vista do Tupim (BA) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 7 mil). Em 2016, R$ 96 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 42 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 66 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 96 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Boa Vista do Tupim (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
doações de pessoas
FEFC 73% · pessoas 15% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 66 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil26,5%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 7 mil9,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil9,3%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 5 mil7,9%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 31 mil46,5%
2016Prefeito, Boa Vista do Tupim (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 96 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 80% · pessoas 5% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 96 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil19,2%
  • PessoalR$ 17 mil17,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil14,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 14 mil14,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil34,6%
2012Prefeito, Boa Vista do Tupim (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 36% · partido e outras campanhas 64%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil33,3%
  • Materiais impressosR$ 10 mil24,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil3,4%
  • Serviços de terceirosR$ 9502,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 16 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 16 mil37,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 614 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 614 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 202 mil32,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 168 mil27,4%
  • Materiais impressosR$ 100 mil16,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 69 mil11,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 75 mil12,2%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 155 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 54% · empresas 44% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 155 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 53 mil34,1%
  • Materiais impressosR$ 33 mil21,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 25 mil15,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 20 mil12,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil16,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Helder Lopes Campos (Dinho): candidaturas e votos · Radar do Voto