Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vivaldo Honório (Vivaldo Honório da Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Aiquara em 2020 e 2004; vereador de Aiquara em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Aiquara/BA: 1.630 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Aiquara/BA, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (92% com serviços de terceiros) e R$ 14 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.001 votos em 2016 · 8 eleições
A votação de Vivaldo Honório da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 31 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos contratados
Vivaldo Honório declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Aiquara (BA) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Em 2012, 92% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, R$ 14 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,9%
Outras 3 categoriasinclui R$ 352 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil39,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2020ELEITO1.740LAiquara, Bahia · 54 anos · Preta · Ensino médio completo · Professor de Ensino Fundamental · DC · nº 11 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2004ELEITO1.739LAiquara, Bahia · 38 anos · Ensino médio completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PSC · nº 44 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO188LAiquara, Bahia · 34 anos · Ensino médio incompleto · PSC · nº 20620 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PSC / PL / PFL
Vereador · 1996ELEITO225LAiquara, Bahia · 30 anos · Dado Inexistente · PL · nº 22622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.