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Rosa Secçu (Rosenilda Costa Secçu) disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para vereadora e deputada federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por AP: 181 votos. Na campanha de 2010 para deputada federal por AP, declarou R$ 612 em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 612.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosenilda Costa Secçu em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 7 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (181 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Rosa Secçu declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Amapá em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 612 em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 612.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Rosa Secçu não consta como eleita em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2012, para vereadora em Macapá/AP, Rosa Secçu teve 143 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2010 para deputada federal por AP, Rosa Secçu declarou R$ 612 em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 612. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Rosa Secçu declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Amapá em 2010.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Rosa Secçu foi em 2010, para deputada federal por Amapá: 181 votos. Ela não foi eleita nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Rosa Secçu disputou 2 eleições, de 2010 a 2012: deputada federal por Amapá em 2010; vereadora em Macapá (AP) em 2012. Não consta como eleita em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Rosa Secçu concorreu pelo PPS em 2010 e 2012. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Rosa Secçu foi a 66ª mais votada entre os candidatos a deputado federal no Amapá em 2010, com 181 votos, 0,05% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Rosa Secçu para deputada federal foi em Macapá (AP): 144 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto