- Materiais impressosR$ 14 mil85,1%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil8,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil6,0%
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Professor Elinaldo (Elinaldo Farias de Assis) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em Macapá/AP, com 1.374 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Professor Elinaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Macapá (AP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Professor Elinaldo não foi eleito em 2012.
Em 2012, para vereador em Macapá/AP, Professor Elinaldo teve 1.374 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2012 para vereador em Macapá/AP, Professor Elinaldo declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Professor Elinaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Macapá (AP) em 2012.
Segundo os dados do TSE, Professor Elinaldo concorreu pelo PT em 2012. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto