- Combustíveis e lubrificantesR$ 501 mil99,1%
- Materiais impressosR$ 3 mil0,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil0,4%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 105menos de 0,1%
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Paulo Eduardo (Paulo Eduardo Fernandes da Silva) disputou 3 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Macapá/AP: 782 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AP, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 705 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 506 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 501 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 41% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Eduardo Fernandes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (420 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Paulo Eduardo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012, e deputado estadual por Amapá em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 705 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 506 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 501 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2012, 41% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Paulo Eduardo não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2014, para deputado estadual por AP, Paulo Eduardo teve 420 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2014 para deputado estadual por AP, Paulo Eduardo declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 705 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 506 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 501 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Paulo Eduardo declarou ao TSE gastos de R$ 506 mil na campanha de 2014 a deputado estadual por AP (gasto contratado declarado) e R$ 4 mil na campanha de 2012 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Paulo Eduardo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012, e deputado estadual por Amapá em 2014.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Paulo Eduardo foi em 2012, para vereador em Macapá (AP): 782 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Paulo Eduardo disputou 3 eleições, de 2000 a 2014: vereador em Macapá (AP) em 2000 e 2012; deputado estadual por Amapá em 2014. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Paulo Eduardo concorreu pelo PT do B em 2000 e pelo PV em 2012 e 2014. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Paulo Eduardo foi o 126º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2014, com 420 votos, 0,11% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Paulo Eduardo para deputado estadual foi em Macapá (AP): 397 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto