- Materiais impressosR$ 5 mil50,0%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil50,0%
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Paulo Brilhoso (Paulo Edson Marinho Lima) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Macapá/AP: 242 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 49% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Edson Marinho Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (131 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Paulo Brilhoso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Em 2016, 49% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Paulo Brilhoso não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2020, para vereador em Macapá/AP, Paulo Brilhoso teve 160 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, Paulo Brilhoso declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Paulo Brilhoso declarou ao TSE gastos de R$ 9 mil na campanha de 2020 a vereador em Macapá/AP (tudo pago) e R$ 2 mil na campanha de 2016 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Paulo Brilhoso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Amapá em 2018.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Paulo Brilhoso foi em 2012, para vereador em Macapá (AP): 242 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Paulo Brilhoso disputou 5 eleições, de 2000 a 2020: vereador em Macapá (AP) em 2000, 2012, 2016 e 2020; deputado estadual por Amapá em 2018. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Paulo Brilhoso concorreu pelo PSD em 2000, pelo PTC em 2012 e 2018, pelo PPS em 2016 e pelo PSDB em 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Paulo Brilhoso foi o 262º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2018, com 131 votos, 0,03% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Paulo Brilhoso para deputado estadual foi em Macapá (AP): 102 votos, 0,04% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Calçoene (AP): 0,38% dos votos válidos da cidade (21 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto