- Materiais impressosR$ 107 mil54,2%
- Locação de imóveisR$ 33 mil16,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil10,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil5,3%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil13,8%
Já tem conta? Entrar

É Pastor Oliveira ou faz parte da equipe? Fale com o Radar do Voto ›
Pastor Oliveira (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 6.368 votos, segundo os dados do TSE. Pastor Oliveira (Carlos Antônio Oliveira Santos) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014; vereador de Macapá em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AP: 6.897 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil), locação de imóveis (R$ 33 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 207 mil em 2022 e R$ 240 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dados do TSE atualizados em 24 de outubro de 2026.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Carlos Antonio Oliveira Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 99,04% da votação desta candidatura (6.368 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Pastor Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008 e 2012, deputado federal por Amapá em 2010, e deputado estadual por Amapá em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil) e locação de imóveis (R$ 33 mil); R$ 88 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 207 mil em gastos; em 2018, 69% dos R$ 240 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Declarou ao TSE bens que somam R$ 1.036.625,83 ao se candidatar a deputado estadual (AP) em 2026.
Valores informados pela própria pessoa ao TSE, sem correção pela inflação e sem descontar dívidas. Dados do TSE, arquivo de 2026 gerado em 25/10/2026.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Pastor Oliveira (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 6.368 votos, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para deputado estadual pelo Amapá, Pastor Oliveira (PDT) teve 6.368 votos e ficou como suplente. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Pastor Oliveira foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014; vereador de Macapá em 2004. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, Pastor Oliveira declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil), locação de imóveis (R$ 33 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Pastor Oliveira declarou ao TSE gastos de R$ 207 mil na campanha de 2022 a deputado estadual por AP (tudo pago), R$ 240 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por AP (tudo pago), R$ 10 mil na campanha de 2014 a deputado estadual por AP (gasto contratado declarado), R$ 10 mil na campanha de 2012 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado) e R$ 34 mil na campanha de 2010 a deputado federal por AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Na campanha de 2026, os gastos contratados chegam a R$ 198 mil até 22/10/2026 (parcial; R$ 88 mil já pagos). Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Pastor Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008 e 2012, deputado federal por Amapá em 2010, e deputado estadual por Amapá em 2014, 2018, 2022 e 2026.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Pastor Oliveira foi em 2022, para deputado estadual por Amapá: 6.897 votos. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Pastor Oliveira disputou 10 eleições, de 2000 a 2026: vereador em Macapá (AP) em 2000, 2004, 2008 e 2012; deputado estadual por Amapá em 2002, 2014, 2018, 2022 e 2026; deputado federal por Amapá em 2010. Foi eleito 4 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Pastor Oliveira concorreu pelo PL em 2000, 2002 e 2004, pelo PR em 2008, pelo PRB em 2010, 2012, 2014 e 2018, pelo REPUBLICANOS em 2022 e pelo PDT em 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Pastor Oliveira foi o 24º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2026, com 6.368 votos, 1,41% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Pastor Oliveira para deputado estadual foi em Macapá (AP): 4.627 votos, 1,80% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto