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Foto de Marcia Lilian Viana de Sousa

Marcia Sousa

Marcia Lilian Viana de Sousa (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PP
45 anos em 2018 · Feminino · Superior incompleto
Enfermeiro

Marcia Sousa (Marcia Lilian Viana de Sousa) disputou 2 eleições entre 2012 e 2018, para deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Macapá/AP: 125 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por AP, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 3 mil).

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Evolução da votação nas eleições

47 votos em 2018 (anulados) · 2 eleições

A votação de Marcia Lilian Viana de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 22 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Marcia Sousa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Macapá (AP) em 2012, e deputada estadual por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil).

Receitas em 2018R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2018Deputada estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
sem doações de pessoas
FEFC 92% · partido e outras campanhas 8%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil45,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil24,2%
  • PessoalR$ 3 mil17,0%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil10,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 7703,9%
2012Vereadora, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Bens declarados ao TSE

Consulte no TSE

O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

Perguntas frequentes sobre Marcia Sousa

Respostas curtas, com os números desta página.

Marcia Sousa já foi eleita?

Nos resultados do TSE, Marcia Sousa não consta como eleita em nenhuma das eleições que disputou.

Quantos votos Marcia Sousa teve na última eleição?

Em 2018, para deputada estadual por AP, Marcia Sousa teve 47 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quanto Marcia Sousa arrecadou e gastou na campanha de 2018?

Na campanha de 2018 para deputada estadual por AP, Marcia Sousa declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 3 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Em quantas campanhas Marcia Sousa declarou receitas e gastos?

Marcia Sousa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Macapá (AP) em 2012, e deputada estadual por Amapá em 2018.

Para quais cargos Marcia Sousa já foi candidata?

Segundo os dados do TSE, Marcia Sousa disputou 2 eleições, de 2012 a 2018: vereadora em Macapá (AP) em 2012; deputada estadual por Amapá em 2018. Não consta como eleita em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›

Por quais partidos Marcia Sousa já concorreu?

Segundo os dados do TSE, Marcia Sousa concorreu pelo PSDB em 2012 e pelo PP em 2018. Ver as candidaturas ›

Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.