- Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil35,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil16,7%
- Materiais impressosR$ 4 mil14,9%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil13,3%
- Outras 4 categoriasR$ 6 mil19,7%
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Luiz Antonio (Luiz Antônio Ferreira Maranhão) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, deputado federal e 1º suplente senador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Macapá/AP: 1.518 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 39 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Antonio Ferreira Maranhão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 99,91% da votação desta candidatura (1.123 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Luiz Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Amapá em 2010, e vereador em Macapá (AP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 39 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Em 2010, R$ 14 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Luiz Antonio não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2020, para vereador em Macapá/AP, Luiz Antonio teve 219 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, Luiz Antonio declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 39 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Luiz Antonio declarou ao TSE gastos de R$ 30 mil na campanha de 2020 a vereador em Macapá/AP (tudo pago) e R$ 14 mil na campanha de 2010 a deputado federal por AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Luiz Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Amapá em 2010, e vereador em Macapá (AP) em 2020.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Luiz Antonio foi em 2004, para vereador em Macapá (AP): 1.518 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Luiz Antonio disputou 5 eleições, de 2004 a 2020: vereador em Macapá (AP) em 2004, 2012 e 2020; 1º suplente senador por Amapá em 2006; deputado federal por Amapá em 2010. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Luiz Antonio concorreu pelo PV em 2004, pelo PMN em 2006, pelo DEM em 2010 e 2012 e pela REDE em 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Luiz Antonio foi o 43º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Amapá em 2010, com 1.123 votos, 0,33% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Luiz Antonio para deputado federal foi em Macapá (AP): 1.004 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto