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Chicão (Francisco dos Santos) disputou 2 eleições entre 1998 e 2012, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Macapá/AP: 220 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 5 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (139 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Chicão declarou receitas ao TSE em 1 campanha: vereador em Macapá (AP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Chicão não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2012, para vereador em Macapá/AP, Chicão teve 220 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2012 para vereador em Macapá/AP, Chicão declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Chicão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Macapá (AP) em 2012.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Chicão foi em 2012, para vereador em Macapá (AP): 220 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Chicão disputou 2 eleições, de 1998 a 2012: deputado estadual por Amapá em 1998; vereador em Macapá (AP) em 2012. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Chicão concorreu pelo PDT em 1998 e 2012. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Chicão foi o 149º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 1998, com 139 votos, 0,08% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 1998 a maior votação de Chicão para deputado estadual foi em Macapá (AP): 132 votos, 0,12% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Pracuúba (AP): 0,25% dos votos válidos da cidade (2 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto