- Materiais impressosR$ 26 mil25,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil19,8%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 20 mil19,8%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil19,8%
- Outras 5 categoriasR$ 15 mil15,1%
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Carlos Murilo (PODE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 3.023 votos, segundo os dados do TSE. Carlos Murilo (Carlos Murilo Pinheiro) disputou 11 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Macapá em 2020, 2012, 2008 e 2000. A maior votação foi em 2024, para vereador em Macapá/AP: 3.570 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 56 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 120 mil em 2024 e R$ 201 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dados do TSE atualizados em 27 de outubro de 2026.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Carlos Murilo Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 99,50% da votação desta candidatura (3.023 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Carlos Murilo declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Amapá em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 56 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil); R$ 101 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 120 mil em gastos; em 2022, R$ 201 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Carlos Murilo (PODE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 3.023 votos, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para deputado estadual pelo Amapá, Carlos Murilo (PODE) teve 3.023 votos e ficou como suplente. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Carlos Murilo foi eleito 4 vezes: vereador de Macapá em 2020, 2012, 2008 e 2000. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, Carlos Murilo declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 56 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Carlos Murilo declarou ao TSE gastos de R$ 120 mil na campanha de 2024 a vereador em Macapá/AP (tudo pago), R$ 201 mil na campanha de 2022 a deputado estadual por AP (tudo pago), R$ 11 mil na campanha de 2020 a vereador em Macapá/AP (tudo pago), R$ 46 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por AP (tudo pago) e R$ 41 mil na campanha de 2016 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Na campanha de 2026, os gastos contratados chegam a R$ 101 mil até 22/10/2026 (parcial; R$ 101 mil já pagos). Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Carlos Murilo declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Amapá em 2018, 2022 e 2026.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Carlos Murilo foi em 2024, para vereador em Macapá (AP): 3.570 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Carlos Murilo disputou 11 eleições, de 1996 a 2026: vereador em Macapá (AP) em 1996, 2000, 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024; deputado estadual por Amapá em 2018, 2022 e 2026. Foi eleito 4 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Carlos Murilo concorreu pelo PFL em 1996, 2000 e 2004, pelo PHS em 2008, pelo PSC em 2012, pelo PROS em 2016 e 2018, pelo PSL em 2020, pelo PP em 2022 e pelo PODE em 2024 e 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Carlos Murilo foi o 50º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2026, com 3.023 votos, 0,67% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Carlos Murilo para deputado estadual foi em Macapá (AP): 2.349 votos, 0,91% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Oiapoque (AP): 1,64% dos votos válidos da cidade (271 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto