- Materiais impressosR$ 11 mil84,9%
- Locação de imóveisR$ 2 mil14,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 310,2%
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Aldrin (Aldrin Nunes Torrinha) disputou 9 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Macapá em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por AP: 6.756 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 13 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), locação de imóveis (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 31). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2018 (42% com produção de jingles, vinhetas e slogans) e R$ 20 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Aldrin Nunes Torrinha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 99,19% da votação desta candidatura (1.234 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Aldrin declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2018, vereador em Macapá (AP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Amapá em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 13 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Em 2018, 42% dos R$ 20 mil em gastos foram com produção de jingles, vinhetas e slogans; em 2016, R$ 20 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Aldrin foi eleito 1 vez: vereador de Macapá em 2008. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2020, para vereador em Macapá/AP, Aldrin teve 1.049 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, Aldrin declarou R$ 13 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), locação de imóveis (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 31). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Aldrin declarou ao TSE gastos de R$ 13 mil na campanha de 2020 a vereador em Macapá/AP (tudo pago), R$ 20 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por AP (tudo pago), R$ 20 mil na campanha de 2016 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), R$ 35 mil na campanha de 2014 a deputado federal por AP (gasto contratado declarado) e R$ 53 mil na campanha de 2012 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Aldrin declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2018, vereador em Macapá (AP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Amapá em 2014.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Aldrin foi em 2014, para deputado federal por Amapá: 6.756 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Aldrin disputou 9 eleições, de 2000 a 2020: vereador em Macapá (AP) em 2000, 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020; deputado estadual por Amapá em 2006 e 2018; deputado federal por Amapá em 2014. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Aldrin concorreu pelo PMN em 2000, pelo PDT em 2004, 2006, 2008 e 2012, pelo PROS em 2014, 2016 e 2018 e pelo SOLIDARIEDADE em 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Aldrin foi o 99º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2018, com 1.234 votos, 0,31% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Aldrin para deputado estadual foi em Macapá (AP): 1.036 votos, 0,44% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Calçoene (AP): 0,47% dos votos válidos da cidade (26 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto