- Materiais impressosR$ 4 mil44,9%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil43,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil11,2%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 140,2%
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Alan Freitas (Alan Freitas Pinheiro) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por AP: 127 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 9 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 78% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alan Freitas Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (127 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Alan Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2020, e deputado estadual por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 9 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2012, 78% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Alan Freitas não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2020, para vereador em Macapá/AP, Alan Freitas teve 96 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, Alan Freitas declarou R$ 9 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Alan Freitas declarou ao TSE gastos de R$ 9 mil na campanha de 2020 a vereador em Macapá/AP (tudo pago) e R$ 2 mil na campanha de 2012 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Alan Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2020, e deputado estadual por Amapá em 2018.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Alan Freitas foi em 2018, para deputado estadual por Amapá: 127 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Alan Freitas disputou 3 eleições, de 2012 a 2020: vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2020; deputado estadual por Amapá em 2018. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Alan Freitas concorreu pelo PSB em 2012 e 2018 e pelo PSDB em 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Alan Freitas foi o 267º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2018, com 127 votos, 0,03% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Alan Freitas para deputado estadual foi em Macapá (AP): 116 votos, 0,05% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Porto Grande (AP): 0,07% dos votos válidos da cidade (7 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto