Marcelo Padilha Aguiar

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Marcelo Padilha Aguiar
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PR
39 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
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Marcelo Padilha (Marcelo Padilha Aguiar) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Laranjal do Jari em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AP: 1.215 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AP, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 45% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.215 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Marcelo Padilha Aguiar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 27 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Marcelo Padilha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Laranjal do Jari (AP) em 2016, e deputado federal por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Em 2016, 45% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 94% · partido e outras campanhas 6%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 7 mil28,0%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil26,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil17,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 7 mil28,6%
2016Vereador, Laranjal do Jari (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 25% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil44,8%
  • Materiais impressosR$ 1857,8%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1405,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1405,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 84135,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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