Jorge Salomão

Foto de João Jorge Goulart Salomão de Santana
Jorge Salomão
João Jorge Goulart Salomão de Santana (nome civil)
8 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PL
63 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge Salomão (João Jorge Goulart Salomão de Santana) disputou 8 eleições entre 1998 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AP: 4.224 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 50 mil em 2018 e R$ 18 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

486 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de João Jorge Goulart Salomão de Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 40 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos

Jorge Salomão declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Calçoene (AP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2018, R$ 50 mil em gastos; em 2014, 55% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 40 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 40 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 12 mil30,0%
  • Materiais impressosR$ 9 mil21,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 8 mil20,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil17,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 5 mil11,5%
2018Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 40% · partido e outras campanhas 39% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil38,3%
  • Materiais impressosR$ 15 mil30,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil20,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil6,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil5,1%
2014Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
pessoas 3% · empresas 11% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil55,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil33,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil5,5%
  • Serviços de terceirosR$ 6003,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 464 lançados como "diversas a especificar"R$ 5002,8%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Calçoene (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
6 doadores pessoas físicas
partido 10% · pessoas 65% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil27,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil26,2%
  • Materiais impressosR$ 10 mil21,4%
  • ComíciosR$ 9 mil19,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil4,9%
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 65% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 47 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil57,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil11,1%
  • Encargos sociaisR$ 3 mil6,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil3,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 10 mil21,3%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil28,5%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil26,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil25,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil16,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 448 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil4,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892