Peba

Foto de Carlos César da Silva
Peba
Carlos César da Silva (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido DEM
55 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Peba (Carlos César da Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Amapá em 2008 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Amapá/AP: 2.105 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Amapá/AP, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 20 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.008 votos em 2012 (anulados) · 5 eleições

A votação de Carlos César da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 21 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados

Peba declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Amapá (AP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Em 2008, R$ 20 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 16 milcontratados
Gastos em 2008R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Amapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 70% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil48,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil36,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil14,7%
2008Prefeito, Amapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 20% · pessoas 80%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil17,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 680,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 420 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil82,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892