Carlos Alberto Moreira de Mendonça Canuto (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
64 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Alberto Canuto (Carlos Alberto Moreira de Mendonça Canuto) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Pilar em 2012, 2000 e 1996; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AL: 67.784 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Pilar/AL, declarou R$ 346 mil em receitas: R$ 142 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 204 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 346 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 79 mil), publicidade por carros de som (R$ 58 mil) e serviços de terceiros (R$ 55 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 60 mil em 2012 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 206 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
5.917 votos em 2016 · 7 eleições
A votação de Carlos Alberto Moreira de Mendonça Canuto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 346 mil em receitas · R$ 346 mil em gastos contratados
Carlos Alberto Canuto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Alagoas em 2006 e 2010, e prefeito em Pilar (AL) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 346 mil em receitas: R$ 142 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 204 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 346 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 79 mil) e publicidade por carros de som (R$ 58 mil). Em 2012, 49% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 43% dos R$ 206 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 346 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 346 milcontratados
Gastos em 2012R$ 60 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil22,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil7,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil4,7%
Outras 6 categoriasinclui R$ 756 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil4,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2010VOTOS ANULADOSRENÚNCIA1.744GAL · 58 anos · Superior completo · Deputado · PSC · nº 2000 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 2000ELEITO8.376LPilar, Alagoas · 48 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PPB · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO4.671LPilar, Alagoas · 44 anos · Dado Inexistente · PDT · nº 12 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.