João Alves Cordeiro

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João Alves Cordeiro
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PP
74 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário
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João Cordeiro (João Alves Cordeiro) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São Luís do Quitunde em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em São Luís do Quitunde/AL: 6.295 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Luís do Quitunde/AL, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 22 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2012 (50% com publicidade por carros de som) e R$ 46 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.935 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de João Alves Cordeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 35 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos contratados

João Cordeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Barra de Santo Antônio (AL) em 2008 e 2012, e prefeito em São Luís do Quitunde (AL) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 22 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Em 2012, 50% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som; em 2008, R$ 46 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 35 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 35 milcontratados
Gastos em 2012R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São Luís do Quitunde (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 86% · pessoas 5% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 22 mil62,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil12,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil10,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil11,6%
2012Prefeito, Barra de Santo Antônio (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil49,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil20,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil15,2%
  • Materiais impressosR$ 3 mil12,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 4671,9%
2008Prefeito, Barra de Santo Antônio (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · empresas 14% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil29,7%
  • Materiais impressosR$ 6 mil13,3%
  • PessoalR$ 4 mil8,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8001,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 21 mil46,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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