Aldemir da Silva Lopes

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Aldemir da Silva Lopes
4 eleições entre 2008 e 2018 · PT
49 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
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Aldemir Lopes (Aldemir da Silva Lopes) disputou 4 eleições entre 2008 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Marechal Thaumaturgo em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Marechal Thaumaturgo/AC: 4.095 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 37 mil em 2016 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 77 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.358 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Aldemir da Silva Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 6 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Aldemir Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Marechal Thaumaturgo (AC) em 2008 e 2016, e deputado estadual por Acre em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Em 2016, 47% dos R$ 37 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 77 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 37 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 19%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil100,0%
2016Prefeito, Marechal Thaumaturgo (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
doações de pessoas
partido 7% · pessoas 16% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil47,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil30,0%
  • PessoalR$ 7 mil19,9%
  • Encargos sociaisR$ 7041,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 3000,8%
2008Prefeito, Marechal Thaumaturgo (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 7% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 77 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 60 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 77 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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