Estevam Lima de Freitas

Foto de Estevam Lima de Freitas
Estevam Lima de Freitas
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMDB
53 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Estevam (Estevam Lima de Freitas) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Epitaciolândia em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AC: 551 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Epitaciolândia/AC, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 786 de outras campanhas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 800) e publicidade por materiais impressos (R$ 425). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil.

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Evolução da votação nas eleições

128 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Estevam Lima de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Estevam declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, e vereador em Epitaciolândia (AC) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 786 de outras campanhas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 800). Em 2006, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2006R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Epitaciolândia (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 48% · partido e outras campanhas 26% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil53,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 80026,0%
  • Materiais impressosR$ 42513,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 2106,8%
2006Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil37,6%
  • PessoalR$ 1 mil22,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 90020,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2445,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 63014,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Estevam Lima de Freitas (Estevam): candidaturas e votos · Radar do Voto