Cesar Souza Júnior disputou 5 eleições entre 2006 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Florianópolis em 2012; deputado estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Florianópolis/SC: 117.834 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SC, declarou R$ 653 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 348 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 876 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 215 mil), publicidade por adesivos (R$ 103 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 59 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5,4 milhões em 2012 (55% com serviços de terceiros) e R$ 563 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
47.439 votos em 2018 · 5 eleições
A votação de Cesar Souza Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 653 mil em receitas · R$ 876 mil em gastos contratados
Cesar Souza Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006 e 2010, prefeito em Florianópolis (SC) em 2008 e 2012, e deputado federal por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 653 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 348 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 876 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 215 mil) e publicidade por adesivos (R$ 103 mil). Em 2012, 55% dos R$ 5,4 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, R$ 563 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 653 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 876 milcontratados
Gastos em 2012R$ 5,4 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 53% · empresas 37% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 414 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 134 mil32,3%
Despesas postaisR$ 77 mil18,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 34 mil8,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 32 mil7,7%
Outras 20 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 138 mil33,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.