- PessoalR$ 228 mil38,1%
- Materiais impressosR$ 110 mil18,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil1,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil1,2%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 246 mil41,1%

Floris do PT (Florisvaldo Raimundo de Souza) disputou 1 eleição, em 2010, para deputado estadual por PR, com 8.197 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PR, declarou R$ 493 mil em receitas: R$ 460 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 10 mil de recursos próprios e R$ 7 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 598 mil, principalmente com pessoal (R$ 228 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 110 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil).
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Floris do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 493 mil em receitas: R$ 460 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 10 mil de recursos próprios e R$ 7 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 598 mil, principalmente com pessoal (R$ 228 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 110 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.