Cleves Alencar

Foto de Cleves José de Alencar
Cleves Alencar
Cleves José de Alencar (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2012 · PT
40 anos em 2012 · Masculino · Superior incompleto
Técnico em Informática

Cleves Alencar (Cleves José de Alencar) disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PI: 644 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Teresina/PI, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 965 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 750) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 700). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil.

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Evolução da votação nas eleições

218 votos em 2012 · 2 eleições

A votação de Cleves José de Alencar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 17 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Cleves Alencar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2010, e vereador em Teresina (PI) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 965 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 750). Em 2010, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados
Gastos em 2010R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Teresina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 86% · pessoas 8% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil66,3%
  • Materiais impressosR$ 75011,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 70011,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 66510,6%
2010Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil23,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4002,3%
  • Materiais impressosR$ 1801,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 5menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 13 mil73,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892