Tinho (Aldemir José Andreatta) disputou 2 eleições entre 2008 e 2010, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Baixo Guandu em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por ES: 3.291 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por ES, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 17 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil.
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Evolução da votação nas eleições
3.291 votos em 2010 · 2 eleições
A votação de Aldemir Jose Andreatta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 19 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos contratados
Tinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Baixo Guandu (ES) em 2008, e deputado estadual por Espírito Santo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 17 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Em 2008, R$ 9 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 18 milcontratados
Gastos em 2008R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 5% · pessoas 84% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil31,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil18,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 6507,3%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 620,7%
Outras 2 categoriasR$ 4 mil42,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.