Rogério Cruz (Rogério Cruz Silva) disputou 7 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Iúna em 2012 e 2004; vereador de Iúna em 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Iúna/ES: 10.613 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Iúna/ES, declarou R$ 149 mil em receitas: R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 51 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 15 mil de empresas e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 71 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 79 mil em 2010 e R$ 147 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
7.742 votos em 2012 (eleito) · 7 eleições
A votação de Rogério Cruz Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 149 mil em receitas · R$ 71 mil em gastos contratados
Rogério Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Iúna (ES) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Espírito Santo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 149 mil em receitas: R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 51 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 15 mil de empresas e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 71 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2010, R$ 79 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 147 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 149 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 71 milcontratados
Gastos em 2010R$ 79 milcontratados, campanha encerrada
partido 7% · pessoas 21% · empresas 36% · próprios 34% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 147 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 40 mil27,0%
Serviços de terceirosR$ 35 mil24,0%
Publicidade por carros de somR$ 35 mil23,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil17,3%
Outras 9 categoriasR$ 12 mil8,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996ELEITO350LIúna, Espírito Santo · 41 anos · Superior completo · Engenheiro · PL · nº 22666 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE5.261GES · 39 anos · Superior completo · Engenheiro · PDT · nº 12296 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.