- Materiais impressosR$ 699 mil72,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 75 mil7,7%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil5,2%
- PessoalR$ 38 mil3,9%
- Outras 7 categoriasR$ 110 mil11,3%
Leo Kret do Brasil (UNIÃO) ficou como suplente de deputada federal pela Bahia em 2026, com 7.242 votos, pelo resultado oficial do TSE. Leo Kret do Brasil (Leo Kret do Brasil de Souza Santos) disputou 10 eleições entre 2008 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Salvador em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por BA: 22.534 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,7 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 63 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 971 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 699 mil), militância e mobilização de rua (R$ 75 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 157 mil em 2024 e R$ 130 mil em 2022.
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A votação de Leo Kret do Brasil de Souza Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leo Kret do Brasil declarou receitas e gastos ao TSE em 10 campanhas: vereadora em Salvador (BA) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, deputada estadual por Bahia em 2010 e 2014, e deputada federal por Bahia em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,7 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 63 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 971 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 699 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 75 mil); R$ 216 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 157 mil em gastos; em 2022, R$ 130 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.