Maria Luiza Carneiro

Foto de Maria Luiza Orge Barradas e Carneiro
Maria Luiza Carneiro
Maria Luiza Orge Barradas e Carneiro (nome civil)
2 eleições entre 2006 e 2010 · último partido PSC
48 anos em 2010 · Feminino · Superior completo
Deputado

Maria Luiza Carneiro (Maria Luiza Orge Barradas e Carneiro) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por BA: 65.930 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por BA, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 110 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 1,6 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 598 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 219 mil) e pessoal (R$ 132 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 387 mil.

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Evolução da votação nas eleições

65.930 votos em 2010 (eleita) · 2 eleições

A votação de Maria Luiza Orge Barradas e Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 1,7 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos contratados

Maria Luiza Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 110 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 1,6 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 598 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 219 mil). Em 2006, R$ 387 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 1,7 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 1,5 milhãocontratados
Gastos em 2006R$ 387 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputada estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
10 doadores pessoas físicas
pessoas 7% · empresas 93%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 598 mil40,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 219 mil15,0%
  • PessoalR$ 132 mil9,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 127 mil8,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 385 mil26,4%
2006Deputada estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 387 mil
38 doadores pessoas físicas
pessoas 23% · empresas 75% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 387 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 67 mil17,3%
  • PessoalR$ 55 mil14,2%
  • Materiais impressosR$ 43 mil11,2%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 36 mil9,3%
  • Outras 11 categoriasR$ 186 mil47,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleita em 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892