Marcello de Lima Lelis

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Marcello de Lima Lelis
7 eleições entre 2004 e 2020 · PV
50 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Marcelo Lelis (Marcello de Lima Lelis) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, vice-governador, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-governador em 2014; deputado estadual em 2010 e 2006; vereador de Palmas em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Palmas/TO: 51.979 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Palmas/TO, declarou R$ 419 mil em receitas: R$ 293 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil do Fundo Partidário e R$ 96 mil de doações privadas (49 doadores). Os gastos contratados somam R$ 378 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 160 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 43 mil) e serviços contábeis (R$ 42 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,3 milhões em 2012 e R$ 450 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

4.281 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Marcello de Lima Lelis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 419 mil em receitas · R$ 378 mil em gastos

Marcelo Lelis declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006 e 2010, e prefeito em Palmas (TO) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 419 mil em receitas: R$ 293 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil do Fundo Partidário e R$ 96 mil de doações privadas (49 doadores). Os gastos contratados somam R$ 378 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 160 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 43 mil). Em 2012, R$ 4,3 milhões em gastos contratados; em 2010, 54% dos R$ 450 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 419 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 378 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 4,3 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 419 mil
49 doadores pessoas físicas
FEFC 70% · Fundo Partidário 7% · pessoas 23%
Gasto contratado
R$ 378 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 160 mil42,3%
  • Materiais impressosR$ 30 mil7,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil0,4%
  • Outras 9 categoriasR$ 186 mil49,4%
2012Prefeito, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8,3 milhões
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 74% · pessoas 1% · empresas menos de 1% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 4,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 659 mil15,5%
  • Serviços de terceirosR$ 231 mil5,4%
  • Serviços de terceirosR$ 100 mil2,3%
  • Locação de imóveisR$ 23 mil0,5%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3,2 milhões76,2%
2010Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 450 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 5% · empresas 29% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 450 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 241 mil53,5%
  • Materiais impressosR$ 62 mil13,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 147 mil32,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
235 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 90% · pessoas 6% · empresas menos de 1% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 996 mil48,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil0,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 1,1 milhão51,9%
2006Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 207 mil
119 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 37% · empresas 9% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 207 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil4,2%
  • Outras 13 categoriasR$ 198 mil95,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marcello de Lima Lelis (Marcelo Lelis): candidaturas e votos · Radar do Voto