Cléo (Cleodson Aparecido de Sousa) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Monte Santo em 2016, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por TO: 6.558 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Monte Santo/TO, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 47 mil em 2016 e R$ 293 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
853 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Cleodson Aparecido de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 66 mil em receitas · R$ 56 mil em gastos
Cléo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Monte Santo (TO) em 2008, 2016 e 2020, e deputado estadual por Tocantins em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2016, R$ 47 mil em gastos contratados; em 2014, 47% dos R$ 293 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2020R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 56 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 47 milcontratados, campanha encerrada
Outras 5 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil19,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.