- Materiais impressosR$ 5 mil30,1%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil13,4%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil8,3%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 3001,9%
- Outras 2 categoriasR$ 7 mil46,3%
Lucia da Farmácia (Luzelucia Augusto da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Araguaína em 2004. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Araguaína/TO: 1.340 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Araguaína/TO, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luzelucia Augusto da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lucia da Farmácia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Araguaína (TO) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.