João Carlos Pinheiro da Silva

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João Carlos Pinheiro da Silva
4 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PDT
59 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE
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John Faial (João Carlos Pinheiro da Silva) disputou 4 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por TO: 868 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por TO, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 66% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

868 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de João Carlos Pinheiro da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 53 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos

John Faial declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Araguaína (TO) em 2008, e deputado federal por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Em 2008, 66% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2022R$ 53 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil34,2%
  • Materiais impressosR$ 15 mil29,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 19 mil36,7%
2008Vereador, Araguaína (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 66% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 61026,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil73,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
João Carlos Pinheiro da Silva (John Faial): candidaturas e votos · Radar do Voto