Paulo Cesar Christal

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Paulo Cesar Christal
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PMDB
56 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Agricultor
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Paulo Christal (Paulo Cesar Christal) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Ubarana em 2008; vice-prefeito de Ubarana em 2004. Na campanha de 2016 para prefeito em Ubarana/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 506 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 425) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 16). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil, 88% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

1.256 votos em 2008 (eleito) · 3 eleições

A votação de Paulo Cesar Christal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Paulo Christal declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Ubarana (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 506 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 425). Em 2008, 88% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Ubarana (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil70,9%
  • Locação de imóveisR$ 1menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 44129,0%
2008Prefeito, Ubarana (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
32 doadores pessoas físicas
pessoas 88% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil8,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 14 mil91,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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